Terremotos
1- A superfície da terra é formada por 15 placas tectônicas, blocos de rocha sólida, com cerca de 100 km de espessura, esses blocos "boiam" sobre um oceano de magma. Essas placas estão em constante movimente. Explique!
Elas se movem constantemente devido ao calor do magma, causando o encontro entre dois blocos.
2- O que é epicentro ?
É o ponto de atrito principal, ou seja, o ponto principal de onde o terremoto surgiu.
3- É possível ocorre terremotos no Brasil ?
Sim, mas de intensidade muito pequena, devido ao fato do Brasil estar situado no centro da placa. Estudos comprovam que as placas possuem "feridas" que podem se abrir a qualquer momento para liberar energia, assim nenhum território esta livre de tremores.
Furacões
1- Como ocorrem os furacões ?
Quando a temperatudo dos oceanos ultrapassa 27ºC, a evaporação da água faz com que o ar suba e forme uma coluna de baixa pressão atmosférica. No topo desta coluna o vapor se condensa e se transforma em nuvens carregadas d'água. Em volta da coluna, ventos horizontais começa a soprar, fazendo com que a tempestade gire. Quando os ventos ao redor da coluna atingem 120 km/h, a pressão atmosférica no centro cai ainda mais e puxa o ar frio das camadas mais altas, formando o olho do furacão. Conforme o furacão se desloca pelo o oceano ele vai mudando de tamanho e de intensidade.
2- Quais são as três partes básicas do furacão ?
Faixa de tempestade, região onde se encontra ventos mais fortes e maior volume de chuvas. Parede do Olho, camada que separa o olho da região periférica e o olho do furacão, onde se localiza o centro da tempestade, com baixa pressao atmosférica e ventos leves.
3-O que o aquecimento global pode ajudar nos furacões?
Com o aquecimento global, estudos acreditam que a temperatura do oceano Atlântico esteja aumentando, causando assim as condições ideais para criar um furacão.
Tsunami
1-Como se forma o tsunami ?
São causados por terremotos no fundo dos ocenos, quando uma placa se desliza sobre a outra, também sao causados por deslizamento de terra ou por erupções vulcânicas. As vibrações causam ondas gigantescas que percorrem quilômetros a velocidades que chegam a 800km/h.
2- O que acontece quando chegam próximo ao litoral?
Elas perdem a velocidade, mas ganham altura, devido a diminuição de profundidade, as ondas desabam sobre a faixa litorânea, recuam novamente e, com força ainda maior invadem novamente a costa, destruindo tudo que estiver pela frente.
3-É possível ocorrer tsunami no Brasil?
As probabilidades sao muito pequenas, pois o Brasil localiza-se as margens do Oceano Atlântico onde a atividade vulcânica e o movimento das placas sao menores.
sábado, 24 de abril de 2010
O canal de Suez
O Canal de Suez foi alvo de conflitos e caracterizou mais uma etapa da série de incidentes entre árabes e judeus.
Com o objetico de garantir o acesso dos ocidentais (principalmente franceses e ingleses) ao comércio oriental, antes realizado pelo contorno do sul da África. O controle das operações realizadas no canal ficou sob o domínio inglês e continuou mesmo após a independência do Egito. No entanto, em 1952, um Golpe de Estado realizado pelo revolucionário Gamal Abdel Nasser pôs fim ao regime monárquico do rei Faruk. A liderança de Nasser no governo egípcio revelou uma política de caráter nacionalista, buscando a modernização do Estado por meio da reforma agrária, do desenvolvimento da indústria e de uma melhor distribuição de renda. A luta contra o Estado de Israel, entretanto, não deixou de ser alimentada.
Numa atitude de combate ao colonialismo anglo- francês, Abdel Nasser nacionalizou o Canal de Suez e proibiu a navegação de navios israelenses no local. A medida causou um grande impacto na Inglaterra, França e Israel que, então, iniciaram uma guerra contra o Egito. No desenrolar do conflito, os egípcios foram derrotados, mas os Estados Unidos e a União Soviética interferiram, obrigando os três países a retirarem-se dos territórios ocupados. Ao final, o Canal de Suez voltava, definitivamente, para o Egito, mas com o direito de navegação estendido a qualquer país.
A Guerra de Suez revelou uma nova referência para o contexto político da região: a cumplicidade de Israel com as potências imperialistas ocidentais. Tal constatação acentuou a ruptura entre árabes e judeus, abrindo precedentes para novos conflitos.
O canal não possui eclusas, pois todo o trajeto está ao nível do mar, contrariamente ao canal do Panamá. Seu traçado apóia-se em três planos d'água, os lagos Manzala, Timsah e Amer. O canal permite a passagem de navios de 15 m de calado, mas trabalhos são previstos a fim de permitir a passagem de supertankers com até 22 m até 2010. Atualmente, esses enormes navios devem distribuir parte da carga em outro tipo de transporte pertencente à administração do canal a fim de diminuir o calado e atravessar o canal.
Conclusão: O canal de Suez é uma das vias marítimas mais importantes do mundo e é um grande foco para a economia do Egito. Este canal facilitou os países à atravessar do Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho sem ter de dar a volta no sul do continente africano e gastando menos horas de viagem, além disso, os navios que navegam por ali devem pagar altas taxas de pedágio, esses fatores contribuiram para a importância do canal, pois quem estivesse sob controle desse canal, teria benefícios em guerras e no comércio.
O canal do Panamá
Localizado em uma faixa estreita de terra entre o oceano Atlântico e o Pacífico, o Panamá é uma rota comercial valiosa há 550 anos. Mas só no século 19 a ideia de criar uma hidrovia saiu do papel. Os primeiros a tentar foram os franceses. Empolgados com a construção do canal de Suez, que liga o mar Mediterrâneo ao mar Vermelho, eles chegaram ao Panamá em 1881. Mas desistiram depois de oito anos, quando 20 mil homens já tinham morrido de malária e febre amarela. Em 1904, os Estados Unidos assumiram os trabalhos. Dez anos depois, era inaugurada uma obra-prima da engenharia, que custou 10 bilhões de dólares em valores atuais. Foi um dinheiro bem investido: só em 2007 o canal precisou de grande ampliação. A primeira fase das obras deve terminar em 2015.
O funcionamento
Para que uma embarcação consiga atravessar os 82 km que separam os dois oceanos, é necessário trafegar pelo ístmo do Panamá, a faixa de terra que liga a peninsula ao continente. Devido à topografia da região, é necessário "escalar" 26 metros até atingir o lago Gatún, para em seguida, do outro lado, descer novamente até o nível do mar.
Para fazer esse trabalho, são usadas as eclusas, diques que se enchem de água e permitem a descida e elevação de embarcações. O Canal do panamá tem dois grupos de eclusas no lado do Pacífico e um no lado do Atlântico. No lado Atlântico, as portas de aço das eclusas triplas de Gatún têm 21 m de altura e pesam 745 toneladas cada uma. O lago Gatun, 26 metros acima do nível do mar, é alimentado pelo rio Chagres, onde foi construída uma barragem para a formação do lago.
Ao entrar em uma das eclusas de Gatún, a água é bombeada para dentro dos diques, que se enchem e elevam a embarcação até o lago Gatún, 26 metros acima do nível do mar. O navio segue pelo lago até atingir as eclusas de Pedro Miguel, que se esvaziam até se igualarem ao nível do Lago Miraflores, 16.5 metros acima do nível do mar e 9.5 metros abaixo do nível anterior. Dentro do lago Miraflores, a embarcação trafega até atingir as eclusas de Miraflores, que reduzem ainda mais o nível da embarcação, até atingir novamente o nível do mar, desta vez próximo à Ciudad de Panamá, capital do país, já do lado do Pacífico.
O funcionamento
Para que uma embarcação consiga atravessar os 82 km que separam os dois oceanos, é necessário trafegar pelo ístmo do Panamá, a faixa de terra que liga a peninsula ao continente. Devido à topografia da região, é necessário "escalar" 26 metros até atingir o lago Gatún, para em seguida, do outro lado, descer novamente até o nível do mar.
Para fazer esse trabalho, são usadas as eclusas, diques que se enchem de água e permitem a descida e elevação de embarcações. O Canal do panamá tem dois grupos de eclusas no lado do Pacífico e um no lado do Atlântico. No lado Atlântico, as portas de aço das eclusas triplas de Gatún têm 21 m de altura e pesam 745 toneladas cada uma. O lago Gatun, 26 metros acima do nível do mar, é alimentado pelo rio Chagres, onde foi construída uma barragem para a formação do lago.
Ao entrar em uma das eclusas de Gatún, a água é bombeada para dentro dos diques, que se enchem e elevam a embarcação até o lago Gatún, 26 metros acima do nível do mar. O navio segue pelo lago até atingir as eclusas de Pedro Miguel, que se esvaziam até se igualarem ao nível do Lago Miraflores, 16.5 metros acima do nível do mar e 9.5 metros abaixo do nível anterior. Dentro do lago Miraflores, a embarcação trafega até atingir as eclusas de Miraflores, que reduzem ainda mais o nível da embarcação, até atingir novamente o nível do mar, desta vez próximo à Ciudad de Panamá, capital do país, já do lado do Pacífico.
Conclusão: Com esse texto podemos concluir que o Canal do Panamá, ao longo desse anos, teve grande importância em rotas comerciais e no turismo, tendo como consequência o desencadeamento de guerras pelo controle do canal e como benefício tornou as viagens mais rápidas e menos cansativas, pois antigamente como não havia condições adequadas para as navegações, muitos navegadores morriam. Este canal esta entre os maiores esforços da humanidade que vem contribuindo para o progresso do mundo e atualmente ainda esta sendo trabalhada a ampliação deste canal.
Fontes de pesquisa:
http://www.apolo11.com/curiosidades.php?posic=dat_20061006-095111.inc
http://historia.abril.com.br/tecnologia/canal-panama-473031.shtml
sexta-feira, 26 de março de 2010
Utilização do recursos hídricos

A rede hidrográfica brasileira é constituída por rios navegados em corrente livre e por hidrovias geradas pela canalização de trechos de rios, além de extensos lagos isolados, criados pela construção de barragens para fins exclusivos de geração hidrelétrica.
Alguns dos rios da Amazônia e do Centro-Oeste foram melhorados pela dragagem de seus baixios, mas a maioria dos rios navegáveis destas regiões são naturais. Nas regiões Sudeste e Sul, vários rios foram canalizados, o que permitiu o aumento da capacidade de tráfego dessas hidrovias e da confiabilidade do transporte fluvial.
A rede hidrográfica brasileira tem elevadas condições de umidade na maior parte do território nacional, sendo considerada como a mais densa do planeta.
Algumas características da hidrografia do Brasil
- Rica em rios, mas pobres em lagos.
- O regime de alimentação dos rios brasileiros é pluvial, não se registrando a ocorrência de regimes nival ou glacial, sendo apenas o Rio Amazonas um dependente do derretimento da neve da Cordilheira do Andes, mas a sua alimentação provém basicamente de chuvas. O período das cheias dos rios brasileiros é no verão, com algumas exceções no litoral do nordeste.
-Grande parte desses rios é perene; apenas alguns que nascem no sertão nordestino são intermitentes.
-O destino dos rios brasileiros é exorréico, ou seja, desagua no mar. Devido ás elevadas altitudes na porção ocidental da América do Sul, os rios brasileiros vão todos desaguar no Oceano Atlântico. Mesmo os que correm para oeste fazem a curva ou desaguam em outro rio que irá em direção ao oceano.
-Na produção de energia elétrica, o uso dos rios é muito grande. Aproximadamente cerca de 90% da eletricidade brasileira provém dos rios. Seu potencial hidráulico vem de quedas d’água e corredeiras, dificultando a navegabilidade desses mesmos rios. Na construção da maioria das usinas hidrelétricas, não foi levado em conta a possibilidade futura de navegação, dificultando o transporte hidroviário.
Fonte de pesquisa: http://www.ambientebrasil.com/
Conclusão: A ultilização de recursos hídricos favorece o Brasil de diversos modos, como fornecer energia elétrica, e os canais criados facilitam para desaguar a água dos rios nos mares o que favorece o comércio "marinho".
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Terremoto e tsunami matam mais de 700 no Chile
O número de mortos provocados por um megaterremoto que atingiu o Chile subiu para mais de 700 no domingo com novas informações chegando de cidades costeiras devastadas pelo tremor e por tsunamis provocados por ele.
Imagens de emissora de televisão da cidade portuária localizada a 350 km ao sudoeste de Santiago mostraram casas destruídas, grandes barcos pesqueiros arrastados para terra firme e carros virados, pessoas desesperadas por comida e água saquearam lojas em algumas áreas mais afetadas pelo terremoto.
O prejuízo econômico causado pelo desastre estaria entre 15 e 30 bilhões de dólares informou a empresa de risco Eqecat. Alguns economistas projetam um profundo impacto na economia após o terremoto abalar setores industriais e da agricultura das regiões mais afetadas.
Uma série de abalos subsequentes atingiram o país e um mais forte balançou prédios na capital no ínicio deste domingo. Enquanto isso milhares de moradores de Concepción acamparam em barracas ou abrigos improvisados, temendo que novos tremores possam derrubar novos prédios.
Terremotos ou Sismos
Terremoto ou abalo sísmico é um movimento rápido e imprevisível causado por falhas na placa rochosa. A ruptura na placa rochosa cria o liberamento de energia, gerando ondas elásticas que se propagam por várias direções da terra.
Tipos de Sismos
Sismos naturais são os sismos mais comuns, causados pela separação das placas, quebra ou simplesmente deslizam uma pela outra.
Sismos induzidos são sismos relacionados à ação humana diretamente ou indiretamente, como extração mineral e de gás naturais em depósitos subterrâneas, mas esses sismos chegam a uma classificação baixa na escala richter.

As rochas são como corpos elásticos, sendo submetidas a compressões ou trações, quando atinge o limite de resistência da rocha ela. se rompe, chamado falha. O que causa maior estrago são as vibrações (ondas elásticas) que se propagam a partir de uma falha. Mas uma falha pode não atingir a superfície da Terra dependendo da distância do seu hipocentro, se o seu hipocentro for mais próximo da superfície da terra o terremoto será mais forte
Tipos de Sismos
Sismos naturais são os sismos mais comuns, causados pela separação das placas, quebra ou simplesmente deslizam uma pela outra.
Sismos induzidos são sismos relacionados à ação humana diretamente ou indiretamente, como extração mineral e de gás naturais em depósitos subterrâneas, mas esses sismos chegam a uma classificação baixa na escala richter.
As maiores ações vulcânicas da terra ocorrem nos chamados Círculos de Fogo do Pacífico. Para evitar os estragos que os terremotos vem causando, os países mais avançados tecnologicamente tem desenvolvido novas técnicas como novas regras e métodos de construção dos edifícios que se tornam mais resistentes aos abalos sísmicos.
Existem três tipos de deslocamento das placas: movimento convergente, divergente e tangencial.
A- movimento convergente é um movimento de colisão entre as placas, que ao se chocarem faz com que uma placa fique sobre a outra, causando o aparecimento de montanhas, como os andes, e cinturões vulcânicos.
Existem três tipos de deslocamento das placas: movimento convergente, divergente e tangencial.
A- movimento convergente é um movimento de colisão entre as placas, que ao se chocarem faz com que uma placa fique sobre a outra, causando o aparecimento de montanhas, como os andes, e cinturões vulcânicos.
B- movimento divergente é o afastamento das placas, que como consequência causa uma abertura para a saída de magma do manto para a crosta, entrando em contato com a água do mar formando as ilhas.
C- movimento de transcorrência ou tangencial é o movimento paralelo entre as placas que causa uma instabilidade tectônica, é um contato conservativo entre as placas pois a litosfera não é criada ou destruída durante esse movimento.
C- movimento de transcorrência ou tangencial é o movimento paralelo entre as placas que causa uma instabilidade tectônica, é um contato conservativo entre as placas pois a litosfera não é criada ou destruída durante esse movimento.
Os 10 terremotos que mais mataram foram :
1- 23 de janeiro de 1556, Shansi na China, 830 mil mortos
2- 27 de julho de 1976, Tangshan na China, 255 mil mortos
3- 9 de agosto de 1138, Aleppo na Síria, 230 mil mortos
4- 22 de maio de 1927, China, região próxima a Xining, 200 mil mortos
5-16 de dezembro de 1920, China, Gansu, 200 mil mortos
6-23 de março de 893, Irã, Ardabil, 150 mil mortos
7-1 de setembro de 1923, Japão, Kwanto, 143 mil mortos
8-5 de outubro de 1948, Turcomenistão, 110 mil mortos
9-28 de dezembro de 1908, Itália, Messina, Entre 70 mil e 100 mil mortos
10-Setembro de 1290, China, Chihli, 100 mil mortos
1- 23 de janeiro de 1556, Shansi na China, 830 mil mortos
2- 27 de julho de 1976, Tangshan na China, 255 mil mortos
3- 9 de agosto de 1138, Aleppo na Síria, 230 mil mortos
4- 22 de maio de 1927, China, região próxima a Xining, 200 mil mortos
5-16 de dezembro de 1920, China, Gansu, 200 mil mortos
6-23 de março de 893, Irã, Ardabil, 150 mil mortos
7-1 de setembro de 1923, Japão, Kwanto, 143 mil mortos
8-5 de outubro de 1948, Turcomenistão, 110 mil mortos
9-28 de dezembro de 1908, Itália, Messina, Entre 70 mil e 100 mil mortos
10-Setembro de 1290, China, Chihli, 100 mil mortos
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